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Em cinco anos, produção de leite fluminense cresce em 140 milhões de litros

PostDateIcon qua, 20/07/2011 - 16:10

Atualmente, o mercado consumidor de leite no Rio de Janeiro é de 16 milhões de pessoas. Impulsionado por esta ascensão, a cadeia produtiva também cresce. De 2006 para cá o salto foi de 140 milhões de litros de leite. A carga tributária das indústrias é zero e há transferêncoa de créditos de ICMS de uma ponta a outra da cadeia. Isso fez com que os supermercados regionais tivessem mais interesse em comercializar as marcas fluminenses, a preços inferiores.

A chegada de novas empresas no Estado foi marcada pelo início de construção da terceira fábrica da Nestlé, em Três Rios, no Centro-Sul. A Bom Gosto adquiriu a planta industrial da Nestlé, em Barra Mansa, no Médio Paraíba. E a Parmalat, adquirida pelo grupo GP, está ampliando a fábrica em Itaperuna, na Região Noroeste Fluminense, município que também recebeu a Laticínios Marília, cuja inauguração será no início do segundo semestre.

O crescimento e atuação das cooperativas de produtores também está inserido no fator ampliação. Ainda este ano, de acordo com o Governo do Estado, serão liberados R$ 60 milhões em créditos de ICMS retidos e de outros créditos decorrentes da desoneração da cadeia produtiva em 2009. O Governo intensificou também as ações do Rio Genética, apenas em 2010, financiou mais de cinco mil animais, com perspectivas que este número dobre em 2011.

O Rio Leite é outro programa que dissemina conhecimentos. Práticas gerenciais e capacitação são focos. Pastejo Rotacionado consegue até triplicar a produção- e até no âmbito do Rio Rural, programa que procura melhorar a qualidade de vida no campo de forma sustentável, a secretaria incentiva a produção leiteira, através do projeto Pastejo Rotacionado. Com recursos do Banco Mundial, ele beneficia produtores familiares de 48 microbacias hidrográficas dos municípios do Norte/Noroeste fluminense.

Fonte: Leite e negócios

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